Fala, Scup!

Posts para quem está começando agora

Quer fazer uma nuvem de palavras com as informações do seu monitoramento? Neste guia, ensinamos como criar uma e mostramos como ela pode ajudá-lo em seu trabalho.

O que é uma nuvem de palavras?

É uma imagem que destaca palavras e termos que ocorrem com mais frequência em textos, blogs ou base de dados. Leia mais

A partir de hoje, o Blog do Scup apresentará uma série de dicas que ajudam na coleta de amostras específicas do seu monitoramento e permitem automatizar algumas buscas por meio do tagueamento e polarização prévia de menções feitas a sua marca nas redes sociais. Neste primeiro post, vamos apresentar algumas dessas funções e dar exemplos de como elas podem ajudar em seu trabalho.

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Tagueamento e Polarização

Nas operações no Scup é possível taguear e polarizar citações, vídeos e posts coletados em seu monitoramento, contribuindo para que a coleta de dados seja analisada de forma qualitativa além da quantitativa.

É importante para quem realiza monitoramentos entender o conteúdo das citações coletadas, a operação de classificar e taguear permite isso, porque após essas ações é possível analisar o que esta sendo mais comentando sobre a marca ou produto monitorado. Leia mais

A Exportação é uma das funções que mais auxilia nossos clientes na geração de relatórios, por isso fizemos este post para que você entenda todas as opções de exportação, como fazer e que dados serão exportados para que seus relatórios fiquem cada vez mais completos.

Exportação com Filtros

É possível filtrar os itens que deseja exportar para arquivos em formato CSV (Excel) diretamente no Monitor do Scup, segmentando informações de acordo com sua necessidade. As opções para filtrar os itens são:

  • Palavra-chave,
  • Data,
  • Buscas cadastradas,
  • Publicações. Leia mais

Ao montar um monitoramento com o intuito de relacionar-se em mídias sociais é muito importante entender quais são as limitações dessa operação, para não sermos surpreendidos com as restrições inerentes a cada uma das redes.

Três limitações recorrentes devem ser sempre lembradas nesse processo:

  • Número de interações diárias permitidas em cada rede
  • Permissões de postagens
  • Casos nos quais itens não são captados Leia mais

Dicas para monitorar retweets

Monitorar retweets é uma tarefa sempre muito requisitada por quem trabalha com monitoramento de mídias sociais. De maneira geral, quem precisa monitorar um RT se encontra em uma dessas duas situações:

- monitorar RTs para determinar ganhadores de uma promoção realizada via Twitter, ou

- monitorar RTs para determinar o alcance que tiveram quando, por exemplo, um usuário influente no Twitter fala bem ou mal de um determinado tema.

Essas situações podem ser tratadas de maneiras diferentes, para garantir que o seu monitoramento capture todos os RTs em questão. [update 15/07/2011] Agora, o Scup realiza o agrupamento de todos os retweets. Saiba mais aqui.

Antes de começarmos, é necessário entender o que é o retweet. Sabemos que o Twitter lida com esse tipo de mensagem de duas formas diferentes, a tradicional e mais antiga (“RT @nomedousuario mensagem do usuário original”) e a atual e mais utilizada atualmente (“@nomedousuario mensagem do usuário original”).  Explicamos mais sobre essas diferenças entre o RT tradicional e o RT atual em outro post no blog e recomendamos a leitura antes de continuar neste post… :)

Agora que você já sabe a diferença, vamos discutir as duas situações de monitoramento de RTs.

Monitorando retweets para promoções via Twitter

Todos os dias vemos em nossas timelines pelo menos uma promoção envolvendo retweets. O mecanismo desse tipo de promoção geralmente pede que os participantes enviem um tweet no padrão “eu quero ganhar isso” para concorrer a algum prêmio.

Mas como configurar o seu monitoramento para coletar todas as mensagens dos participantes da promoção, já que existem maneiras diferentes de se retuitar uma mensagem?

Por exemplo, os participantes da promoção podem retuitar a mensagem clicando no link “Retweet” da mensagem na timeline do Twitter, podem copiar o tweet da promoção e criar uma mensagem nova a partir dele adicionando um comentário, podem usar a opção do RT tradicional, podem usar somente uma parte da mensagem original ou mesmo só o link que aquela mensagem citava…

Para garantir que o seu monitoramento capture todas as mensagens relacionadas à promoção, o ideal seria que a mensagem a ser retuitada utilize hashtags (ou marcadores), que é uma forma de categorizar as mensagens no Twitter em torno de um tema, utilizando o símbolo # seguido da palavra-chave ou tópico. Por exemplo: #copadomundo, #anos90 e por aí vai.

Por isso, quando a promoção exige como condição aos participantes a utilização de uma hashtag (“eu quero participar da #nome-da-promoção”), isso facilita bastante o trabalho de monitoramento, pois uma busca simples por #nome-da-promoção coleta todas as mensagens relacionados sem dificuldades.

Mas se por alguma razão não for possível utilizar hashtags na promoção, a próxima dica dará conta do trabalho…

Monitorando retweets comuns

A primeira coisa a se pensar em uma estratégia para monitorar qualquer retweet é examinar a mensagem original e entender as suas características. Vamos usar o tweet abaixo como exemplo:

Notem que esta mensagem possui diversos fatores complicadores para o monitoramento, como aspas, hífens e links. Qual seria a melhor forma de monitorar os possíveis RTs que esse tweet recebeu?

Buscas mais genéricas, utilizando como palavra-chave somente “@rafinhabastos” coletariam os RTs, mas também milhares de mensagens fora do escopo.

Já uma busca pelo link contido no tweet (nesse caso um vídeo do YoutTube) também não seria eficiente, pois quando essa mensagem é retuitada o link pode ser alterado por encurtadores automáticos de URLs, dependendo do programa que cada usuário usa para ler seus tweets.

A melhor maneira de se monitorar RTs de um tweet como o da imagem acima seria identificar as palavras-chaves do tweet e reuní-las em uma mesma busca.

No caso dessa mensagem, poderíamos configurar a busca da seguinte maneira: “MC @rafinhabastos sou foda cqc 3.0″ (com as aspas, para garantir que queremos coletar mensagens que possuam todos esses termos).

Vale lembrar que sempre é possível testar se a sua busca está coletando os itens que você precisa antes de criá-la no Scup. É só utilizar o botão “Ver prévia no Twitter” quando você estiver criando a busca.

Seguindo essas dicas, você evita que as buscas tragam lixo desnecessariamente e garante que os RTs serão monitorados corretamente.

[update 27/10/2011] Outra solução para monitorar Retweets é utilizar a busca Firehose. Saiba mais sobre essa busca neste outro post.

Dúvidas sobre o Scup? Mande uma mensagem para suporte@scup.com.br.

Quantos tweets eu posso publicar por dia?

Quem trabalha com atendimento em redes sociais, principalmente pelo Twitter, já deve ter passado pela seguinte situação: em um ótimo dia de trabalho, daqueles em que você está sendo megaeficiente no atendimento e respondendo todas as interações monitoradas, de uma hora para outra surge uma mensagem parecida com “não foi possível enviar sua mensagem” em sua ferramenta de monitoramento, geralmente sem mais explicações.

Você tenta novamente e nada. Checa se a internet está funcionando fazendo uma busca no Google e está tudo ok. Menos mal, o mundo ainda não acabou! :) Mas o que aconteceu? Justo nesse dia em que você estava tirando o atraso das publicações, o Twitter resolve acabar com a sua alegria?

A resposta para isso está nos limites que o próprio Twitter estabeleceu para a utilização da sua rede. Por razões de segurança e para aliviar a pressão em seus servidores, o Twitter aplica os seguintes limites diários para publicação de mensagens:

Atualizações (tweets e retweets): 1.000 por dia – o limite diário é dividido em intervalos de meia hora, ou seja, em média é possível publicar cerca de 21 mensagens a cada período de meia hora;

Mensagens diretas (DMs): 250 por dia.

E não tem jeito de burlar esses limites. Por isso, se por alguma razão você receber mensagens avisando que não foi possível publicar suas atualizações, não adianta ficar chateado com o Twitter ou com a ferramenta de monitoramento que você estiver utilizando. O jeito é esperar, jogar um pouco de CityVille e voltar a fazer publicações depois de alguns instantes.

Como funciona o monitoramento de retweets

Diariamente, o Scup captura milhões de itens para milhares de buscas cadastradas. Tudo isso acontece por meio de uma API disponibilizada pelo próprio Twiter, que é uma interface criada para disponibilizar acesso às mensagens que circulam nessa rede.

Como você já sabe, as mensagens compartilhadas pelo Twitter podem ser divididas em tweets, quando um usuário cria algo e compartilha com seus seguidores, ou retweets, quando um usuário encaminha para seus seguidores conteúdo que outro usuário compartilhou no Twitter. [update 15/07/2011] Agora o Scup faz todo o agrupamento de retweets. Saiba mais nesse post.

RT vs Retweet

Para criar um retweet, da maneira tradicional, basta copiar o conteúdo da mensagem e escrever “RT” no começo dela. Dessa maneira é possível adicionar informações e editar a mensagem original. Mas o mais importante em termos de monitoramento é que esse retweet é registrado como se fosse uma mensagem nova. Por isso, todo seu conteúdo é rastreado pela Twitter Search e, consequentemente, enviado para o Scup pela API.

Em 2009 o Twitter implementou uma maneira mais simples de gerar retweets. Desde então, basta passar o mouse sobre sua timeline e clicar em “Retweet”. Ficou muito mais fácil compartilhar conteúdo dessa forma, pois elimina a necessidade do “copiar colar”. Por outro lado, além de não ser possível editar esse retweet, outros usuários podem bloquear a visualização desse tipo de mensagem em suas timelines. E a API do Twitter só retorna para as ferramentas de monitoramento a mensagem a partir do RT @nome_do_usuario.

Veja abaixo a diferença entre os dois tipos de retweets para as ferramentas de monitoramento.

Ou seja, se você está monitorando retweets de um usuário específico, você pode não capturar todos os retweets deste usuário, pois sempre que ele utilizar o formato atual de retweets, somente o conteúdo da mensagem estará disponível para a busca, e não o @nome_do_usuario.

Como monitorar qualquer site via RSS?

Você sabia que não é só de mídias sociais que vive um monitoramento?

Além das dezenas de redes sociais que você já conhece, como Twitter, Facebook, YouTube, Vimeo, Flickr, Orkut e tantas outras que podem ser monitoradas por ferramentas como o Scup, é possível monitorar praticamente qualquer site existente hoje na internet, utilizando os feeds RSS.

Mas o que é feed RSS?

Os feeds são uma maneira de padronização do conteúdo de sites para que softwares leitores, também conhecidos como agregadores, possam coletar essas informações e exibi-las em uma mesma interface. Saiba mais sobre RSS aqui.

Como monitorar feeds RSS?

O primeiro passo é verificar se o site fornece seu conteúdo via RSS. Atualmente, a maioria dos sites existentes disponibiliza seu conteúdo dessa forma. Para identificar se um site fornece seu conteúdo via RSS, basta procurar por algum desses símbolos ao lado na página ou ainda na barra de endereços do seu navegador web.

Feito isso, é preciso configurar uma nova busca no Scup escolhendo no campo “serviço” a opção RSS Feed.  Na box URL, é só informar o endereço do feed (por exemplo, http://feeds.feedburner.com/scup, que é o feed RSS do nosso blog).

Porém, se informarmos diretamente a URL do feed para o Scup, não poderemos filtrar os resultados coletados por palavra-chave. Para tal, precisamos da ajuda de ferramentas gratuitas que manipulam os resultados obtidos por feeds, como por exemplo o Yahoo! Pipes.

Como filtrar os resultados do feed RSS?

Utilizar manipuladores de feeds RSS como o Yahoo! Pipes é bastante útil. Por exemplo, podemos manipular os resultados obtidos via RSS de uma loja online e receber automaticamente em nosso leitor somente as ofertas que estejam em uma determinada faixa de preço que nós definirmos.

Tutorial Scup: como criar filtros para feeds RSS via pipes

Voltando ao exemplo do nosso monitoramento, vamos imaginar que queremos monitorar o blog do Scup, mas somente os posts que mencionarem a palavra chave “monitoramento”.

Para tanto, precisamos acessar o Yahoo! Pipes (utilizando sua ID Yahoo ou vinculando o acesso às suas contas já existentes no Facebook ou no Google) para criar o seu próprio pipe.

No vídeo abaixo explicamos passo a passo como funciona a criação desse pipe e como obter o link de feed RSS gerado para utilizar em um monitoramento no Scup. Veja:

Este foi um exemplo simples para a criação de pipes, mas é possível filtrar diversos feeds RSS por meio de um único pipe e, dessa maneira, utilizar somente uma busca no Scup. Em breve faremos um tutorial em vídeo sobre o assunto.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Mande um comentário, um e-mail pro suporte@scup.com.br ou um tweet pro @jonyfavaro. [update 26/07/2011] @scup_

Atendendo a inúmeros pedidos, agora é possível monitorar comunidades (abertas) do Orkut no Scup. Para isso, uma nova busca foi adicionada: “Comunidade do Orkut”.

Para cadastrar uma nova busca você deve colocar no ID da comunidade e o seu nome. O ID é o número presente no endereço (URL) da comunidade. Exemplo: para a comunidade http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=167908 o ID é 167908

Simples assim.

Entretanto, essa busca estará disponível inicialmente apenas para contas pagas, ainda em modo beta.

Aproveitem!